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Festa de Natal

Tenho a certeza que já recebeu o convite para a nossa Festa de Natal, mas aqui fica um lembrete para consultar a sua agenda e reservar o dia 18, sexta-feira, para vir comemorar connosco a chegada dessa época tão especial, e cujo objectivo tem sido tão esquecido...
Traga o seu espírito natalício e junte-se a esta sua Família. Afinal, os amigos são a família que podemos escolher!
Reserve o seu lugar até ao dia 16 de Dezembro. As comidinhas deliciosas e a boa disposição são garantidas!



Os vegetarianos e a "comida rápida": aliança impossível?

Fast-food ("comida rápida" em inglês) é o nome genérico dado ao consumo de refeições que podem ser preparadas e servidas num intervalo de tempo pequeno. São comercializadas desta maneira as sandes, pizzas, cachorros-quentes, entre outros. Aplica-se geralmente à comida vendida em lojas pertencentes às grandes redes de alimentação.
O mesmo alimento, que por vezes é vendido como refeição rápida, pode também ser consumido em restaurantes.
O fast-food ficou identificado com um estilo de vida stressante, que tem sido criticado desde o fim do século XX. O principal movimento organizado de contraposição é chamado de slow food ("comida lenta"), e teve sua origem em Itália em 1986.
Os alimentos servidos nas ruas por vendedores ambulantes, a street food ("comida de rua"), é uma prática que remonta à Antiguidade e que tem presença em praticamente todas as regiões do mundo moderno,  também pode ser considerada uma forma de fast-food.
(fonte: Wikipedia)
Será que esta "comida rápida" combina com o regime alimentar dos SwáSthya yôgins, o vegetarianismo?
Nada como descobrir a resposta a esta questão, vindo hoje ao gourmet da sua Unidade...

E que melhor maneira de terminar um belo jantar com os amigos, senão a ver um filme para chorar... a rir?!
Aqui fica uma pequena amostra do filme de hoje, O Guru do Amor


SatChakra de Novembro

Na passada quarta-feira tivemos mais um SatChakra de casa cheia! E com apresentação de belas coreografias, como se poderá ver pelas fotografias que se seguem.

Começámos por vocalizar mantras, esses sons de poder que têm um efeito extroversor e energizante tão eficaz!
















E depois assistimos às coreografias, uma das principais características do SwáSthya Yôga, que nos distinguem dos demais ramos de Yôga.
A Matilde, a Rita e o João apresentaram coreografia para receberem os pin's de Sádhaka.  A Paula apresentou a sua coreografia para receber o pin de Yôginí, e a Patrícia apresentou a sua coreografia para receber o pin de Graduada.
Os momentos de ansiedade antes da entrada em "palco":

E finalmente, as coreografias:


 

Já com os pin's, atribuídos pelos respectivos Instrutores:


E pronto! No próximo mês há mais... com novas coreografias e mais atribuições de pin's!!!

Quando a Amadora foi ao Porto

Sei que este post já está um pouco atrasado (na realidade já vem com uma semana de atraso), mas como mais vale tarde que nunca, aqui ficam as fotos da nossa viagem ao Porto.
Mais uma vez foi muito divertido e enriquecedor: revimos os nossos amigos do Norte, assistimos a coreografias fantásticas, conhecemos novos amigos também tão identificados com a Nossa Cultura e, claro, tivemos o prazer de estar mais uma vez com o nosso querido Mestre DeRose!
Em suma, viemos de coração cheio!! E músculos doridos de tanto rir...

Mas chega de conversa e vamos às fotografias e vídeos:

O Prof. Bruno Amaral com alguma dificuldade para dormir na viagem para o Porto:














O Mestre DeRose a dar as boas vindas à Gala DeRose'09, tendo na primeira fila António Mateus, o jornalista responsável pela entrevista do DVD "Conversas com rumo".

Logo a seguir a estas boas vindas assistimos às coreografias do Método DeRose, cada vez mais espectaculares!
Aqui a do Prof. Bruno Amaral, que temos a honra de ter na nossa equipa:


E também a da Instr. Sónia Saraiva, representante do Método DeRose em França:



Também passeámos pelo Porto, antes do jantar de Gala:

 O almoço, antes do curso de Domingo que era exclusivamente para Instrutores:

E o curso com o Mestre DeRose, "Iniciação ao Tantra Dhyána e Abertura do Ajña Chakra":
















 E pronto, em Abril teremos nova oportunidade para assistir aos cursos do Mestre DeRose, e para voltar a juntar esta grande família, só que desta vez em Lisboa!
Já estamos em contagem descrescente...

CD "Echoes from ancient times" disponível

A partir de amanhã já teremos disponível para venda o tão esperado CD dos SANkALPA, Echoes from ancient times.






















E quem são os SANkALPA?
São um grupo formado por três Instrutores do Método DeRose, que demonstram uma das mais belas técnicas do SwáSthya Yôga, os mantras.
Mantras são vocalizações de sons e ultra-sons surgidas há mais de 5 000 anos na Índia, que são extremamente poderosas e actuam directamente nos vários estados de existência do Ser Humano (corpo físico, energético, emocional, mental, etc.).

Dito de uma maneira mais bela:
"Som sagrado, ritmo, palavra de poder.
Verbo capaz de catalizar mente em matéria, emoção em acção!
Vibração que transmuta, evolui e metamorfoseia.
Som de natureza subtil.
Som cósmico que potencializa.
Som que, produzido pelo yôgin, tudo harmoniza.
Som que sacode o seu interior e rerganiza suas moléculas.
Som que gera ressonância no seu coração e torna sua alma profundamente leal.
Isso é mantra!"
in Tratado de Yôga, DeRose, Editora Nobel

No projecto SANkALPA todo o esforço foi concentrado em manter intactas essas vocalizações milenares, valorizando-as, ornamentando-as, e fortalecendo-as com o conhecimento musical de cada um dos membros.
Para mais informações sobre este projecto:

Reserve já o seu CD e acompanhe os SANkALPA na vocalização destes sons de poder!

Uma descrição de quem somos nós...

Uma genuína e destemida felicidade
 (Para Alessandro e Thiago)
“É bom estar no meio de pessoas que não se importam com política. Nem com os rumos da literatura contemporânea. É bom estar no meio de pessoas que riem de si e dos outros sem perversidade. Que não julgam. É bom estar no meio de pessoas.
Passei em Curitiba uma agradabilíssima noite com amigos. Tudo bem que eu sabia o nome de apenas dois ou três. Mas eram, vá lá, amigos. Porque me senti completamente à vontade, como há anos não me sentia, para ser eu mesmo. E quem sou eu? Esta é uma pergunta que me faço com espantosa e deprimente freqüência. Eu sou aquele que estava ali, em pé na bancada, comendo um pedaço de pão com muita manteiga. Prazer.
Foram cinco horas de nenhuma conversa séria. Nenhuma teoria da conspiração, nenhuma reclamação, nenhum medo. Éramos, novamente, crianças num jardim de infância – e isso era bom! Voltando para casa percebi que passamos cinco horas – cinco horas! – fazendo trocadilhos imbecis dignos da Praça É Nossa. Ríamos, ríamos muito. Éramos cretina e deliciosamente felizes.
Você pode pensar que estávamos bêbados. Mas… não! Não havia uma só gota de álcool na festa. Estávamos mesmo embriagados pela sensação inequívoca de estarmos juntos. Éramos todos da mesma geração, tínhamos vivido mais ou menos a mesma coisa. Buscávamos coisas bem diversas, é verdade. Mas o tempo nos unia. Sempre vi o Zeitgeist como um monstro. Descobri, nesta noite, que ele pode ser também um fantasminha camarada.
Sinto confessar, mas me falta a convivência com pessoas cujo único objetivo na vida é esta felicidade pequena e adorável. Uma felicidade que não busca se explicar com referências poéticas ou filosóficas. Uma felicidade que simplesmente é. Não éramos pessoas idiotas naquela casa. Cada qual, eu podia perceber, sabia-se dono de uma existência única, marcada por opiniões também únicas. Eram todas admiráveis por sua individualidade. Eram todas louváveis porque não procuravam o prazer pelo massacre do diverso.
Naquela noite, fui feliz. Falei o que pensava sem medo do julgamento. Melhor: muitas vezes falei o que nem pensava. Ninguém levantou a voz. Ninguém fez cara feia. Ninguém engoliu uma opinião por medo. Ninguém emitiu sua opinião para se provar inteligente.
Saí para a noite no meu passo mais alegre. Dou uns pulinhos quando estou assim. A noite estava fria, mesmo sendo novembro. O caminho para casa pareceu seguro demais e aconchegante demais. Deitei na cama. Era aniversário do meu amigo Alessandro. Desnecessário dizer, porém, que o melhor presente quem ganhou fui eu.”
by Paulo Polzonoff Jr.
(Um jovem escritor brasileiro que vive no exterior, veio ao Brasil e passou algumas horas descontraídas com o nosso pessoal de Curitiba. Este foi o texto que ele escreveu após o tempo que passou com a nossa egrégora.)

Texto retirado do Blog do Mestre: http://www.metododerose.org/blogdoderose

Já foi lá ver as novidades hoje?




Ainda o Gourmet Dançante... agora em vídeo!

Pelos comentários que já tivemos às fotografias do Gourmet de Outubro, também conhecido por Gourmet Dançante, constatamos que todos estávamos MESMO muito divertidos.
Para relembrar e mostrar ainda melhor o ambiente que estava nesta escola nesse dia, aqui ficam os vídeos (possíveis, já que as luzes da "discoteca" não permitiram melhores imagens):




Dá para perceber a diversão que foi, não dá?! Pelo menos pelas gargalhadas que se ouvem constantemente durante as filmagens...
É muito bom fazer parte desta egrégora!

Gourmet Dançante...

Quem não se lembra dos Chás Dançantes do Colégio Militar, que aconteciam nas tardes de fim de semana da nossa adolescência?!
Pois o gourmet deste mês foi uma verdadeira maratona de dança! Até ensaiámos passos combinados, uma verdadeira coreografia em conjunto. Agora não há pista de dança que nos intimide, estamos preparadíssimos para dar show! ehhehehe
No meio desta maratona de danças e ensaios ainda tivemos tempo para jogar ao Limbo, e ao "1,2,3, macaquinho do chinês". Enfim, mais uma noite daquelas em que ficámos todos cansados... de rir!
Para a noite ser em pleno só faltavas tu, João! Volta depressa que estamos todos cheios de saudades, sim?!
Agora as recordações: