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Quando a Amadora foi ao Porto

Sei que este post já está um pouco atrasado (na realidade já vem com uma semana de atraso), mas como mais vale tarde que nunca, aqui ficam as fotos da nossa viagem ao Porto.
Mais uma vez foi muito divertido e enriquecedor: revimos os nossos amigos do Norte, assistimos a coreografias fantásticas, conhecemos novos amigos também tão identificados com a Nossa Cultura e, claro, tivemos o prazer de estar mais uma vez com o nosso querido Mestre DeRose!
Em suma, viemos de coração cheio!! E músculos doridos de tanto rir...

Mas chega de conversa e vamos às fotografias e vídeos:

O Prof. Bruno Amaral com alguma dificuldade para dormir na viagem para o Porto:














O Mestre DeRose a dar as boas vindas à Gala DeRose'09, tendo na primeira fila António Mateus, o jornalista responsável pela entrevista do DVD "Conversas com rumo".

Logo a seguir a estas boas vindas assistimos às coreografias do Método DeRose, cada vez mais espectaculares!
Aqui a do Prof. Bruno Amaral, que temos a honra de ter na nossa equipa:


E também a da Instr. Sónia Saraiva, representante do Método DeRose em França:



Também passeámos pelo Porto, antes do jantar de Gala:

 O almoço, antes do curso de Domingo que era exclusivamente para Instrutores:

E o curso com o Mestre DeRose, "Iniciação ao Tantra Dhyána e Abertura do Ajña Chakra":
















 E pronto, em Abril teremos nova oportunidade para assistir aos cursos do Mestre DeRose, e para voltar a juntar esta grande família, só que desta vez em Lisboa!
Já estamos em contagem descrescente...

Mudar paradigmas

Aqui vai algo para reflectir!

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio deles um escadote, e no cimo deste um cacho de bananas.

Quando um macaco subia o escadote para apanhar as bananas, os cientistas deitavam um jacto de água fria sobre os que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir o escadote, os outros agarravam-no e batiam-lhe.

Passado mais algum tempo, mais nenhum macaco subia o escadote, apesar da tentação das bananas.

Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir o escadote, dele sendo retirado pelos outros, que lhe batiam.
Depois de algumas sovas o novo integrante do grupo já não subia mais o escadote.

Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na sova ao novato.
Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e finalmente o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram então com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam a bater naquele que tentasse chegar às bananas.

Se possível fosse perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir o escadote, com certeza a resposta seria:
"Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui..."

Esta pequena história, contada pelo Mestre DeRose, serve apenas para nos mostrar que, de vez em quando, devemos perguntar-nos porque "batemos em quem tenta subir o escadote".

"Triste época! Mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito." (Albert Einstein)

Entrevista sobre a Cultura DeRose

Aqui fica o link para a entrevista com o Mestre DeRose, conduzida pelo jornalista António Mateus.
Vejam e partilhem com a vossa família, amigos e conhecidos. É uma óptima maneira de esclarecer o que é a Cultura DeRose:

http://www.uni-yoga.org/entrevista_derose_tv.php

Se mesmo assim ficar com alguma dúvida, não hesite em contactar-nos. Estaremos cá para responder a todas as questões.